Tudo começou com uma reforma. O encanador não respondia, o eletricista não tinha referência, o pintor cobrou dobrado. Conversa de mesa de bar virou pergunta: por que ainda não tem um jeito simples de achar essas pessoas?
A resposta foi o Beeko: um catálogo aberto de quem faz serviço por aqui, que não cobra comissão, que não se mete na conversa, que apenas conecta, como uma boa indicação faria. Começamos pelas cidades históricas de Minas porque é onde moramos e podemos cuidar caso por caso. A ideia é abrir o Brasil assim: uma cidade de cada vez, entrando só quando já tem gente boa dentro.
Crescer rápido importa menos do que crescer com a confiança intacta.